sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O desvio maior?


O desvio de verbas publicas da prefeitura de Rio Grande é maior do que foi noticiado quando da prisão dos três envolvidos, C.A.F, N.M.S e M.C.F.O. As Pessoas envolvidas eram suspeitas de desviar R$ 400 mil desde 2010. Mais com o aprofundamento das investigações o Ministério Publico apurou que foi desviado aproximadamente um milhão e meio e que existe mais pessoas envolvidas, mais espera o decorrer das investigações para anunciar as demais pessoas envolvidas.
Enquanto isso: Os postos de Saúde têm falta de médicos, faltam funcionários para dirigir caminhões e maquinas, faltam bueiros nas ruas de nossos bairros e mais uma infinidade de problemas que este dinheiro poderia ajudar a sanar.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Dia 11/setembro PC do B realiza a 16º Conferencia.


No dia 11 de setembro o Partido Comunista do Brasil realizara sua 16º Conferencia Municipal, na Câmara de Vereadores com inicio as 14:00 horas. Nesta Conferencia será eleito o novo Diretório Municipal que ira dirigir o Partido nos próximos dois anos. Com cinqüenta delegados eleitos em quatro reuniões ( base dos Trabalhadores 65, base do Cassino 65, Plenária da Juventude, Plenária de Filiados ).
Todos os filiados estão convidados para a Conferencia, amigos e simpatizantes.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Memória vergonhosa


Chendler Siqueira*

Logo após toda uma historia de luta em resistência, do Rio Grande do Sul, contra a ditadura militar, a prefeitura municipal de Rio Grande consegue se superar e cometer mais um inacreditável e inadmissível erro. Com total certeza Leonel Brizola deve estar se revirando no túmulo. A criação de um monumento em homenagem ao rio-grandino Golbery do Couto e Silva, não é só uma agressão a historia do país, mas também um desrespeito a memória de todos aqueles que infringiram regras diretas para defender o direito a democracia de todos os brasileiros.
A ideia lançada pelo executivo em 2009 e aprovada quase que por unanimidade dos vereadores, não só revolta, como causa incompreensão na juventude socialista do município. Parece que somente a bancada da esquerda conhece a verdadeira historia do caro ministro Golbery. O homenageado em questão não é um rio-grandino qualquer que chegou a política e trouxe benefícios à cidade. Trata-se do imperdoável assassino da democracia brasileira, o responsável pela censura das mídias, pela agressão dos que resistiram à ditadura e pior de tudo, o mandante, diretamente ou não, de inúmeros assassinatos e prisões daqueles que lutavam pela liberdade de expressão do povo.
            Realmente como diz o professor e historiador Chico Cougo, “Rio Grande é uma cidade SURREAL”. Através do historiador descobrimos que como se já não bastasse ter de render homenagens a um ditador, temos de homenageá-lo quatro vezes. É isso mesmo, Rio grande contando com a pedra fundamental já possui quatro homenagens ao tirano. Um troféu dos comerciantes varejistas, um monumento do Grupo de Artilharia e um Ano acadêmico instituído pela Academia Rio-Grandina de Letras. Está certo que errar é humano, mas persistir no erro já é burrice. Ou será que não estamos falando do mesmo ministro? Sim, pois a única explicação lógica é que estamos fazendo uma enorme confusão, e que todas essas homenagens não sejam para a mesma pessoa despótica que a juventude do Araguaia repudia.
            Estudantes arrancaram bancos de cimento e fizeram barricadas em frente ao palácio Piratini, sargentos se rebelaram e armas foram distribuídas a voluntários civis. O golpe militar foi contido temporariamente, para que nos dias de hoje a prefeitura atual deste município possa homenagear não quem lutou por seus direitos, mas o eterno e inesquecível opressor, soberano, injusto e cruel Golbery do Couto e Silva. Ditador, mas rio-grandino.
Quem sabe os órgãos competentes entendam que o famoso “Titica” também mereça uma homenagem, era rio-grandino e também trouxe fama para nossa cidade. Fica a dica.


*Diretor de comunicação da União da Juventude Socialista (UJS) e União Rio-grandina dos Estudantes Secundaristas (URES).

Shopping Praça Rio Grande é anunciado oficialmente no antigo hipódromo em Rio Grande



Foi apresentado na manhã desta quarta-feira, em Rio Grande, o mais novo empreendimento para o município: um shopping center cercado por hotel e prédios comercial e residencial.
A 5R Shopping Centers será responsável pela obra. A empresa é uma união entre a família Rossi e dois empresários voltados a negócios deste tipo. O investimento será de R$ 120 milhões, em uma área total do complexo de 190 mil metros quadrados.
O Shopping Center Praça Rio Grande terá área bruta locável de 25 mil metros quadrados. Projetado para ter um pavimento, o local terá 1,7 mil vagas para estacionamento. Serão 96 lojas-satélites, um hipermercado, quatro âncoras e seis semi-âncoras, totalizando 107 novos negócios. Quatro salas de cinema também farão parte do centro, que terá temática da cidade, voltado especialmente para o mar.
As obras devem iniciar já em setembro. Para entregar o projeto dentro do prazo (dois anos e meio), mil funcionários participarão das construções. Depois de pronto, só o shopping center abrirá 500 novos empregos diretos.
Os empreendimentos do entorno do centro comercial (um condomínio vertical residencial, um prédio comercial e um hotel) ainda não tem previsão de início.
Para fortalecer a memória do antigo Jockey Club, o secretário de Coordenação e Planejamento de Rio Grande, Paulo Cuchiara, garantiu que o pavilhão de arquibancadas será restaurado pela própria construtora. O local servirá como um centro cultural, que contará com um teatro, salas de exposição e um museu, provavelmente voltado para a história do hipódromo.

por Anderson Silveira ( Cebolinha )

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Dilma frustra expectativas dos trabalhadores com medidas contra crise

Cinthia Ribas
A CTB participou na manhã desta segunda-feira (29), junto com as demais centrais sindicais (CGTB, CUT, Força, NCST e UGT), de uma reunião com a presidenta Dilma Rousseff, os ministros Guido Mantega (Fazenda), Ideli Salvatti (Relações Institucionais), Gleisi Roffmann (Casa Civil) e Gilberto Carvalho (Secretaria-geral), para discutir os rumos econômicos do país e as medidas de enfrentamento da crise econômica internacional. O resultado do encontro frustrou sindicalistas e trabalhadores que esperavam do governo Dilma medidas que valorizassem o mercado interno e, por conseqüência, a classe trabalhadora.



A insatisfação se deve ao fato da própria presidenta ter declarado que está previsto um corte de gastos públicos que possibilite aumento do superávit primário. De acordo com a presidenta, a crise mundial pode se agravar e que, por isso, há necessidade de aumentar o superávit primário [economia para pagar juros da dívida pública].
Para os representantes das centrais, que saíram totalmente descontentes da reunião, a medida é totalmente equivocada. Wagner Gomes, presidente da CTB afirmou que a declaração decepcionou o movimento sindical. “Isso para nós é uma ducha de água fria que vai levar o Brasil a desindustrialização”, disse o presidente CTB.
Na opinião da CTB, a presidente reafirma uma poltica economia recessiva, que prioriza o sistema financeiro em detrimento de uma politica de valorização da industria nacional e do desenvolvimento e do fortalecimento interno.
Wagner Gomes lembra que essa posição do governo, inclusive, é contestada pela principal bandeira defendida no Ato de 03 de agosto, que é a mudança na politica economica, com redução de juros, conquista do desenvolvimento com valorização do trabalho, distribuição de renda e fortalecimento do mercado interno.
Opinião compartilhada por Adilson Araújo, presidente da CTB-BA, que também participou da reunião. “Queremos dialogar sobre a política industrial, a questão da desoneração, reajuste das aposentadorias e muitos outros questionamentos relativos à pauta dos trabalhadores".
Na opinião dos dirigentes cetebistas o remédio apresentado é amargo. “Com essa atitude demonstra que pretende atrair a confiança dos credores, ao invés de se voltar para o social e implantar medidas como as de 2008, para conter os impactos da crise. Precisamos de iniciativas que estimulem o mercado interno e a produção nacional”, afirmou o presidente da CTB.
“Com essa estratégia, que o presidência chamou de apoio à economia, as empresas aumentam os lucros, enquanto os trabalhadores são podados ter uma qualidade melhor de vida. O país precisa de uma agenda positiva com valorização do trabalho, redução da jornada, investimentos na agricultura familiar, efetivação da reforma agrária, enfim, de uma política que valorize o trabalho”, declarou o dirigente.
Na próxima quarta-feira (31), as centrais participarão do ato promovido pela União Nacional de Estudantes (UNE), na porta do Banco Central, em Brasília. “Vamos somar as lutas, mais uma vez, dos movimentos sociais e sindical visando a implantação de um projeto nacional com desenvolvimento com valorização do trabalho, que é do que o Brasil precisa”, concluiu o presidente estadual da CTB.



 Retirado do Portal CTB

quinta-feira, 18 de agosto de 2011